Apinajé

Albuquerque, Francisco Edviges. 2002. Aspectos da situação sociolingüística dos Apinayé de Riachinho e Bonito. In Santos, Ludoviko dos & Ismael Pontes (org.), Línguas Jê: estudos vários, p. 95-114. Londrina: Editora UEL.

Albuquerque, Francisco Edviges. 2004. A estrutura do verbo em Apinayé. In D'Angelis, Wilmar da R. (org.), LIAMES (Anais do II Encontro Macro-Jê), 4, p. 51-57. Campinas: Editora Unicamp.

Albuquerque, Francisco Edviges. 2004. A ordem dos nomes e modificadores em Apinayé: bases funcionalistas. In Silva, Denize Elena Garcia da (org.), Atas do II Encontro Nacional do Grupo de Estudos de Linguagem do Centro-Oeste: integração lingüística, étnica e social, vol. 3, p. 1112-1117. Brasília: Oficina Editorial do Instituto de Letras da UnB.

Albuquerque, Francisco Edviges. 2007. Contribuição da fonologia ao processo de educação indígena Apinajé. Tese de doutorado, Universidade Federal Fluminense.

Albuquerque, Francisco Edviges. 2009. O tratamento dos empréstimos na língua Apinayé. In Braggio, Silvia L. B. & Sinval M. de Sousa Filho (org.), Línguas e Culturas Macro-Jê, p. 15-24. Goiânia: Editora Vieira.

Albuquerque, Francisco Edviges. 2011. A ordem dos nomes, verbos e modificadores em Apinayé. Anais do VII Congresso Internacional da Abralin, p. 1560-1570.

Almeida, Severina Alves de. 2011. Bilinguismo e Educação Bilíngue Intercultural: os Apinayé e o uso das línguas apinayé e portuguesa nos seus domínios sociais. Anais do VII Congresso Internacional da Abralin, p. 3990-3999.

Almeida, Severina Alves de. 2011. A educação escolar Apinayé na perspectiva bilíngue e intercultural: um estudo sociolinguístico das aldeias São José e Mariazinha. Dissertação de mestrado, Unicamp.

Andrade, Aroldo Leal de. 2009. Percursos de gramaticalização da ergatividade em línguas Jê setentrionais. In Braggio, Silvia L. B. & Sinval M. de Sousa Filho, Línguas e Culturas Macro-Jê, p. 43-68. Goiânia: Editora Vieira.

Coffman, Ian. 2008. “Antihomorganicity” in Apinayé and Hayu: Evidence for closure duration as a phonotactic variable. Undergraduate Honors Thesis, University of California, Berkeley.

Duarte, Fábio Bonfim. 2009. A conexão entre papel theta e caso é sempre biunívoca?. In Braggio, Silvia L. B. & Sinval M. de Sousa Filho, Línguas e Culturas Macro-Jê, p. 167-182. Goiânia: Editora Vieira.

Giraldin, Odair. 2001. Um Mundo Unificado: Cosmologia, Vida e Morte entre os Apinaje. Campos: Revista de Antropologia Social, v. 1, p. 31-46.

Giraldin, Odair. 2010. Indigenous School Education and specific teaching-learning processes: reflections based on particular cases of Jê tribes. Revista Brasileira de Linguística Antropológica, vol. 2, n. 2, p. 265-284.

Martins, Andérbio, Lidiane Camargos, Lucivaldo Costa & Maxwell Miranda. 2009. Causativização em línguas do tronco Macro-Jê: primeiras aproximações. Anais do SILEL, vol. 1.

Matta, Roberto da. 1967. Grupos Jê do Tocantins. In Lent, Herman (ed.), Atas do Simpósio sôbre a Biota Amazônica, vol. 2 (Antropologia), 133-143. Rio de Janeiro: Conselho Nacional de Pesquisas.

Matta, Roberto da. 1976. Um mundo dividido: estrutura social dos índios Apinayé. Petrópolis: Vozes.

Maybury-Lewis, David. 1979. Dialectical Societies: The Gê and Bororo of Central Brazil. Cambridge, Harvard University Press.

Nimuendajú, Curt. 1983. The Apinayé. Belém: Museu Paraense Emílio Goeldi.

Nimuendaju, Curt. 2000. Cartas do Sertão, de Curt Nimuendajú para Carlos Estevão de Oliveira. Lisboa: Museu Nacional de Etnologia/Assírio & Alvim.

Oliveira, Christiane Cunha de. 1998. Some outcomes of the grammaticalization of the verb ɔ 'do' in Apinajé. Santa Barbara Papers in Linguistics, Volume 8, pp. 55-67.

Oliveira, Christiane Cunha de. 2003. Lexical categories and the status of Descriptives in Apinajé. International Journal of American Linguistics, Volume 69, no. 3, p. 243-274.

Oliveira, Christiane Cunha de. 2005. The language of the Apinajé people of Central Brazil. PhD dissertation, University of Oregon.

Ribeiro, Francisco de Paula. 1848. Roteiro da viagem que fez o Capitão Francisco de Paula Ribeiro ás fronteiras da Capitania do Maranhão e da de Goyaz no anno de 1815 em serviço de S. M. Fidelissima. Revista Trimensal de Historia e Geographia ou Jornal do Instituto Historico e Geographico Brasileiro, tomo X, 1º. Trimestre de 1848, p. 5-80.

Salanova, Andrés Pablo. 2001. Considerações sobre a nasalidade em algumas línguas Jê. In Cabral, Ana Suelly Arruda Câmara & Aryon Dall'Igna Rodrigues (org.), Estudos sobre línguas indígenas I, p. 61-85. Belém: UFPA.

Salanova, Andrés Pablo. 2001. A nasalidade em Mebengokrê e Apinayé: o limite do vozeamento soante. Dissertação de mestrado, Unicamp.

This site is part of the Etnolinguistica.Org network.
Except where otherwise noted, content on this site is licensed under a Creative Commons Attribution 3.0 License.